Limpando a sociedade

30/11/2009 por pamalves

Funcionários da limpeza sentem a discriminação, mas têm orgulho de seu trabalho

Fonte: www.globo.com

Ser visto e reconhecido pela sociedade como um bom profissional é algo que todos querem. Algumas pessoas dizem que determinados trabalhos são “melhores” do que outros, e, se formos analisar pela remuneração, pode-se dizer que esse ponto de vista é correto, mas não se pode alegar que uma profissão vale mais do que outra.

A maioria dos pais sonha a vida toda que seus filhos serão grandes médicos, advogados, engenheiros, ou que simplesmente passarão num concurso público, mas nunca admitiriam que seus filhos optassem por serem funcionários da limpeza, embora quase todas as pessoas dessa área não tenham realmente a chance de optar. Muitos diriam que o problema em ser um auxiliar de limpeza é o salário, e que alguém que segue esse caminho não tem condições de ter uma boa qualidade de vida, o que pode ser verdade, mas um pai nunca admitiria que seu filho fizesse essa escolha porque sabe que é um trabalho pouco valorizado, tanto pelo lado da remuneração quanto pelos olhos da sociedade.

Todos impõem que a identidade de uma pessoa é exatamente o que ela faz para viver. Se dois amigos se encontram, por acaso, depois de anos, e perguntam um ao outro que profissão resolveu exercer, qual deles causaria a melhor impressão se um respondesse que é empresário e o outro um gari? A verdade é que um grande empresário, muitas vezes, não influencia na vida da sociedade de maneira significativa, enquanto um funcionário que torna tudo mais limpo faz toda diferença.

O lazer depende deles

Um exemplo da invisibilidade desses profissionais faz parte do nosso cotidiano. Nas ruas, é muito comum, para a maioria dos cidadãos, passar por um trabalhador que usa o uniforme de uma empresa de limpeza e simplesmente o ignorar. Isso também ocorre em escolas, hospitais, shoppings etc. Já foram feitas várias pesquisas por programas de televisão em que colocavam uma pessoa vestida de gari nas ruas para acompanhar como eles são ignorados e em seguida colocavam a mesma pessoa, no mesmo lugar, mas dessa vez bem vestida, e a reação da sociedade era outra. Normalmente, quando não são ignorados, esses funcionários são discriminados e passam por situações difíceis, é o que alega a auxiliar de limpeza Maria Sousa Duarte, 41, que trabalha na praça de alimentação do Píer 21.

Maria diz ter passado por momentos que a fizeram se sentir excluída da sociedade, mas também afirma já estar acostumada com esse tipo de discriminação. Ela acredita que as pessoas deveriam reconhecer muito mais o trabalho árduo dos auxiliares de limpeza, pois são eles que cooperam com a saúde da população mantendo o ambiente sempre limpo. “Muito dá para perceber na cara das pessoas, não é direto, mas você percebe quando é para você. Tem gente que, depois de comer, suja muito as mesas de propósito para dificultar meu trabalho. Têm pessoas muito grossas, a maioria é assim, são poucas as que jogam fora seu próprio lixo após comer. Uma vez, uma senhora muito chique viu que eu estava me aproximando, eu ia limpar a mesa ao lado, assim que comecei a limpeza, ela me olhou com cara de nojo, pegou o lanche e foi para outra mesa. Eu me senti muito excluída, mas já passou. A gente se cicatriza”, disse a auxiliar. Retirar bandejas das mesas na praça de alimentação de um shopping pode ser, aparentemente, simples, mas Maria diz ter um trabalho complicado, pois teve que aprender a lidar com diferentes tipos de pessoas, algumas muito educadas e outras que preferem mudar de lugar ao ver um funcionário se aproximando para limpar a mesa ao lado. Embora não seja uma função muito fácil, a auxiliar de limpeza não reclama e agradece por ter um emprego e se sentir útil, sempre acreditando que algum dia, todos se tratarão de igual para igual, não importando a profissão.

As pessoas, de um modo geral, aproveitam seu tempo livre visitando lugares que só estão limpos e acessíveis graças a um funcionário da limpeza, ou seja, o lazer também depende de quem atua nessa área, o que muitas vezes não é lembrado por quem está desfrutando do ambiente. Quase ninguém pensa em todo o trabalho que outra pessoa teve limpando aquele local e, muitas vezes, acaba desrespeitando esse serviço sem motivo algum.

Sem limpeza não há saúde

Ser um profissional dessa área também é importante para que outras pessoas não contraiam qualquer tipo de doença em lugares públicos que possuem esse risco, como, por exemplo, os hospitais e postos de saúde. Enquanto cuidam da sociedade através de seu trabalho, esses funcionários acabam se expondo a milhares de doenças, então devem cuidar também da sua própria saúde enquanto exercem sua função, adotando medidas necessárias para que não corram o risco de serem contaminados.

O auxiliar de limpeza Edivânio da Silva, 24, que trabalha no posto de saúde do Cruzeiro, tem consciência de como seu trabalho é importante e interfere de forma direta na vida da sociedade. Ele diz que nunca o trataram mal e que várias pessoas elogiam o serviço prestado, mas muita gente critica o fato dele trabalhar na área da limpeza, o que não o deixa constrangido, Edivânio tem orgulho do que faz e alega que é melhor estar trabalhando dignamente do que estar sofrendo nas ruas.

Colaborar de maneira correta também faz parte

É importante lembrar a pouca valorização que as próprias empresas em que esses funcionários trabalham têm sobre a atividade exercida por eles. Algumas delas até tentam colaborar com os trabalhadores e disponibilizam meios de transporte que os levam de casa para o trabalho e vice-versa, mas segundo o auxiliar de limpeza Francisco de Assis Gomes de Araújo, 40, que trabalha no terminal do Cruzeiro, a situação desses transportes é precária. Ele diz que em outros aspectos não tem motivos para reclamar da empresa, seu pagamento sai em dia, não faltam bons materiais de limpeza e todos o tratam bem, mas o que dificulta seu trabalho é o transporte que, por ser muito velho, vive quebrando e atrasa todos os funcionários, prejudicando-os. “Os ônibus que a empresa oferece estão em péssimas condições, não passam por revisões e o DETRAN não faz a vistoria, por mais que a gente reivindique”, disse Francisco. Ele afirma que uma solução para esse problema seria utilizar transportes públicos, mas que, para isso, a empresa teria que aumentar um pouco seu salário e não acha possível que isso aconteça.

O auxiliar de limpeza fala que muita gente elogia o que ele faz, mas ainda assim não o respeitam e continuam jogando lixo no chão. Ele também sabe a importância da função que exerce, pois é ele que mantém tudo limpo, o ambiente interno e externo organizado, e evita acidentes com o piso molhado em dias de chuva.

Um ponto importante, que Francisco quis enfatizar, foi a limpeza dos banheiros do terminal. Ele diz que sem o trabalho dele, os banheiros ficariam inutilizáveis porque é o que fica sujo mais rápido. “É o que precisa de mais atenção por parte dos funcionários e maiores cuidados de conservação”, disse o auxiliar.

A valorização da sociedade

Dar importância às diferentes profissões que existem é fundamental para que os próprios profissionais se sintam motivados e queiram progredir cada vez mais, mantendo assim uma boa qualidade de serviços prestados, principalmente se eles forem ligados ao público.

Desde sempre todos aprendem que a educação é importante, e ela se aplica a qualquer situação e com qualquer pessoa, principalmente com aqueles que trabalham a favor da população. Dar bom dia, boa tarde, boa noite. Agradecer por um serviço realizado. Elogiar o bom desempenho de um funcionário. Tudo isso são princípios básicos para um bom desenvolvimento do trabalho e até mesmo para um bom relacionamento entre empresa/funcionário, tornando assim o cliente mais satisfeito.

Exercer uma atividade de grande importância para a sociedade não é somente ser um médico, um cientista ou um jornalista, é também ficar nos “bastidores”, cuidando para que toda a população desfrute de lugares limpos e organizados, sem a poluição das ruas, das escolas, dos hospitais e dos locais de lazer. São os garis, por exemplo, que cuidam para que não aconteçam enchentes nas cidades. São os auxiliares de limpeza que cuidam para que ninguém possa pegar uma infecção num posto de saúde. São esses mesmos auxiliares que tornam um fim de semana no shopping mais agradável e limpo. A sociedade deve valorizar e respeitar o difícil trabalho que esses profissionais executam diariamente, assim como eles mesmos enxergam o que fazem e têm orgulho de ter um emprego como qualquer outro cidadão.

A Jornada do Escritor

21/06/2009 por pamalves
Divulgação: www.submarino.com.br

Divulgação: www.submarino.com.br

Escrever não é tão difícil quanto parece. Porém, é preciso ter um conhecimento amplo e crítico sobre livros e filmes. É preciso gostar de ler ou assistir uma história e parar para refletir sobre ela. Essa é uma das idéias expostas pelo autor Christopher Vogler no livro “A Jornada do Escritor”.

Logo na introdução, Vogler conta como o mitólogo Joseph Campbell e sua obra “O Herói de Mil Faces” o ajudaram a escrever um memorando de sete páginas, chamado “O Guia Prático de O Herói de Mil Faces”, que após ser distribuído pelo próprio autor para colegas e executivos, teve grande repercussão e foi usado por romancistas, roteiristas, produtores, redatores e atores dos estúdios Disney.

Em “A Jornada do Escritor”, Vogler convida o leitor a fazer uma viagem pelo mundo da escrita, citando os pontos principais para se escrever uma boa história. Numa linguagem simples e leve, o autor vai trilhando um caminho muito interessante e divertido, ensinando como construir bons personagens e como fazer a história ter uma boa fluência até o fim. Deixa claro que seu livro não impõe um padrão de escrita, mas sim incentiva novos escritores a seguirem caminhos diferentes e criarem a sua própria jornada.

Ele conta também em sua obra que sempre gostou de ler e criticar histórias. Por seguir esse caminho, acabou sendo contratado pela Disney para ser leitor em alguns estúdios de Hollywood e analisar roteiros.

O livro mostra que os famosos e os nem tão famosos contadores de histórias se baseiam em contos míticos para criar uma estrutura poderosa e que mexa com as raízes mitológicas dos leitores. Ele se divide em três partes muito importantes.

Na primeira, o autor descreve vários tipos de personagens e as suas características, que são fundamentais para o bom desenvolvimento de uma história.

Na segunda parte, Vogler cria vários “estágios” para que o futuro escritor faça fluir seu roteiro com mais facilidade e de uma maneira que prenda a atenção de quem está lendo ou assistindo com situações instigantes.

No epílogo, após citar alguns problemas que devem ser evitados ao longo do caminho, ele faz uma análise da Jornada do Herói em alguns filmes, como “Titanic”, “O Rei Leão”, “Pulp Fiction: Tempo de violência”, “Ou tudo ou nada” e “Guerra nas estrelas”.

Para aqueles que gostam de fazer críticas literárias ou de cinema, mesmo que de forma amadora, a leitura desse livro se torna obrigatória. “A Jornada do Escritor” não é direcionado somente a quem tem o interesse de escrever histórias, embora ajude a tirar dúvidas e se orientar melhor. É um livro capaz de mudar a vida de quem lê, pois o leitor começa a ter um olhar crítico mais aprofundado e mais compreensivo, e passa a conhecer de uma forma mais intensa o mundo ao seu redor e até a si mesmo.

A Guerra dos Mundos

21/06/2009 por pamalves
Foto: www.war-ofthe-worlds.co.uk

Foto de Orson Welles / Fonte: www.war-ofthe-worlds.co.uk

Em outubro de 1938, algo inesperado e até mesmo assustador para boa parte da população iria acontecer. Uma polêmica transmissão, intitulada “A Guerra dos Mundos”, foi ao ar pelo rádio apavorando milhares de pessoas.

O assunto, relatado em tom jornalístico, era sobre uma invasão alienígena que estava acontecendo supostamente naquele momento. Para que tudo parecesse ainda mais real, a transmissão era interrompida várias vezes por homens que se diziam repórteres, que estavam presenciando a invasão e entrevistando vítimas que teriam visto pessoalmente os homenzinhos de Marte.

O mais importante e o que poderia ter evitado todo aquele pânico é que, logo na abertura da transmissão, Orson Welles, o grande responsável pelo fato, avisou rapidamente que tudo que aconteceria nos próximos minutos seria apenas uma adaptação da obra de Herbert George Wells, sendo narrada por um grupo de teatro da cidade. Os ouvintes que começavam a acompanhar o programa após o aviso de Welles, acreditaram que a história era verdadeira e que os extraterrestres estavam realmente invadindo a Terra. Mas até mesmo quem sabia que não passava de uma interpretação, começou a acreditar que poderia ser verdade pela maneira real e envolvente que tudo acontecia.

A história teve grande repercussão, tanto durante a transmissão, causando pânico nos ouvintes, quanto no dia seguinte, quando todos queriam saber quem era o grande responsável pela pegadinha.

A ética e suas várias formas

28/05/2009 por pamalves
Fonte: www.dialogosuniversitarios.com.br

Fonte: www.dialogosuniversitarios.com.br

Ser ético é muito importante para a sociedade. Muitas pessoas sabem exatamente o significado da palavra “ética”, mas se alguém pergunta “o que é ser ético?”, não sabem responder.

Podemos dizer que ser ético é reunir todos os nossos princípios para avaliar fatos, tirar nossas conclusões e tomar nossas próprias atitudes.

Há quem diga que todos nós somos éticos. Ou seja, seguimos sempre os nossos princípios. Mas se pararmos pra pensar, ninguém é ético o tempo todo. Que atire a primeira pedra quem nunca mentiu até mesmo para poupar alguém.

No jornalismo a ética é muito citada. O que mais ouvimos falar é que um jornalista deve ser sempre ético e imparcial, o que não é possível em todos os momentos. Ser um repórter requer ousadia. Muitas vezes é preciso mentir para obter informações que jamais seriam transmitidas à imprensa. E mentir é um ato antiético.

Ao noticiar um fato, o jornalista deve avaliar o que é mais justo ou menos injusto. Se aquela notícia vai prejudicar uma família, mas vai ajudar muitas outras pessoas, ela deve ser publicada.

Há também quem prefira seguir Kant. Aqueles que publicam suas matérias sem nenhuma preocupação.

Normalmente, o princípio ético mais usado é aquele que diz “faça aos outros o que você quer que eles façam a você”. Esse princípio nem sempre irá se aplicar no mundo jornalístico, já que ajudar o maior número de pessoas é a real intenção de um jornalista.

O importante é saber diferenciar o que é bom e o que é ruim para ser publicado, procurando sempre seguir seus princípios, fazendo uma análise imparcial sobre os fatos e se baseando em situações verídicas.

A Crônica do Sonho

28/05/2009 por pamalves

Há alguns anos, em algum lugar do Brasil, nascia um menino e, dentro dele, um único sonho: aprender a voar. Voar o mais alto possível, sem qualquer direção, sentir os ventos da liberdade e poder seguir rumo a destino algum, ou talvez, sempre tenha existido um destino. Por trás de seu grande sonho, havia uma vontade assustadora que, mais tarde, envolveria diretamente duas pessoas e mais algumas que presenciariam a cena, mas essa é outra parte da história, uma parte que não me cabe descrever nesse momento.

O menino teve uma infância feliz, brincava com os amigos, conversava com os pais, passava os finais de semana na casa de seus avós, sempre com o sonho crescendo dentro de si, até alcançar a idade em que percebeu que poderia realizá-lo de uma maneira simples: ele conheceu seu primeiro simulador de vôos. Quem diria? Aquele jogo poderia mudar muitas vidas definitivamente, e mudou.

www.photobucket.com

Fonte: www.photobucket.com

Anos mais tarde, pouco tempo após algumas aulas de pilotagem aérea, numa tentativa desesperada de alcançar seu objetivo de uma vez por todas, conseguiu. Realizou seu sonho e acabou com o de muitas pessoas. Conquistou tudo o que havia desejado desde criança, voou o mais alto possível, sentiu os ventos da liberdade, mas ele soube exatamente em que direção seguir, sabia qual seria seu destino e, por pior que fosse, não sentiu medo, quis aproveitar seus últimos minutos num mundo que já não importava mais.

Tudo o que aconteceu naquele dia não foi somente em função daquele sonho e nem da vontade assustadora. O menino, que já não era mais menino, tinha por trás de seu sonho um outro sonho, talvez ainda maior, talvez o principal desejo de toda a sua vida: ele queria ser lembrado. Não pelo homem que desistiu de seguir seu vôo, mas sim como o homem que foi até o fim, alcançando seu objetivo e partindo para um vôo ainda mais alto.

Shattered Glass: Verdade ou Mentira

28/05/2009 por pamalves
Divulgação: www.imdb.com

Divulgação: www.imdb.com

Em 2003, o diretor Billy Ray resolve levar às telas de cinema a famosa história de Stephen Glass, trazendo como protagonista o ator Hayden Christensen e Tom Cruise como produtor.

O filme conta a história de um jornalista norte-americano que no final dos anos 90 tornou-se um destaque no mundo das publicações. Os artigos escritos por Stephen costumavam ser apelativos e mais atraentes que o normal. Por esse motivo, ele se destacou rapidamente no ramo, sendo disputado por célebres revistas como “New Republic”, “Rolling Stone”, Harper’s” e “George”. Mas o que ninguém sabia até então era que suas matérias não passavam de criações mirabolantes e infundadas, fruto de sua fértil imaginação. A revista para qual eram solicitadas suas reportagens não fazia idéia de que as peripécias descritas pelo jornalista não passavam de mentiras muito bem inventadas. Glass então tenta encontrar uma maneira de se livrar das acusações após ter sido descoberto por um jornalista de uma publicação concorrente.

O filme mostra várias situações interessantes e provoca no telespectador a curiosidade de descobrir qual será o fim de Stephen Glass.

Bloco da Mulher Madura. Use camisinha, é coisa de mulher segura.

07/05/2009 por pamalves
Divulgação: www.portaldovoluntario.org.br

Divulgação: www.portaldovoluntario.org.br

No carnaval desse ano, o governo resolveu inovar na campanha do uso da camisinha, direcionando os avisos sobre o vírus HIV para um público mais velho, acima de 50 anos. Isso ocorreu devido ao índice de mulheres nessa faixa etária que contraíram o vírus ter aumentado.

A campanha foi muito bem divulgada. Foram ao ar, em TV e rádio, comerciais sobre a importância do uso de preservativos. Em vários pontos de ônibus foram colocados folders com o nome da campanha e fotos de mulheres de meia idade aproveitando o carnaval com muita felicidade e segurança, o que incentiva ainda mais as mulheres que visualizam aquela imagem.

Espera-se que nesse carnaval as mulheres, e também os homens, estejam ainda mais conscientizados sobre os perigos de se fazer sexo sem camisinha e que o índice de pessoas infectadas seja menor que o dos últimos anos.

Ética e Jornalismo

07/05/2009 por pamalves

A ética é muito importante em determinadas situações. Muitas coisas entram em risco se um profissional de qualquer área, principalmente pública, resolve esquecer seu lado ético.

Um jornalista, por exemplo, relata o tempo todo tudo o que acontece no mundo, incluindo fatos que ocorrem de forma positiva e negativa na vida da sociedade em geral. Isso pode colocar em risco toda a reputação das pessoas que estão sendo noticiadas. E embora o jornalismo em si precise da ética sempre presente, ela pode não ser usada em alguns casos.

Se um repórter escolhe mentir e subornar fontes para obter informações que não teria acesso se estivesse se identificando como jornalista, ele não estará sendo ético, pois mentir e subornar não são príncipios éticos. Mas esse mesmo repórter, quando for divulgar aquela informação, não poderá inventar ou aumentar os fatos mesmo que a notícia seja de interesse público.

Se o jornalista sabe que uma determinada notícia pode prejudicar uma pessoa de forma grave, ele deve encontrar uma maneira mais amena e imparcial de descrever o ocorrido. Ele também tem o direito de decidir se quer realmente publicar a notícia (no caso de ser algo sobre um familiar ou amigo) ou se acha melhor passar a informação para um colega de trabalho que seja da mesma empresa para que ele possa fazer a divulgação.